Nessa última quarta (14/10), o vocalista da banda norte-americana Weezer declarou que, junto com KatyPerry, vão "compor juntos na semana que vem. Mal posso esperar!". A informação foi revelada no meio de um jogo de 'associação de palavras', onde a pessoa responde a uma palavra com outra, a primeira que vier a mente. No caso de Rivers, a palavra 'studio'.
A música deve sair no próximo disco da cantora, que ainda não tem data prevista para lançamento.
Só nos resta esperar (sentados) e ver qual vai ser o resultado dessa parceria...
A Spin Magazine divulgou uma lista com os 30 melhores álbuns do ano. Artistas como YeahYeahYeahs, Regina Spektor, Paramore, Noisetts (vide post do Arthur) e PearlJam também foram citados.
Já deve ter dado pra perceber que eu tenho um fraco por vocais femininos, né? Pois então, KateNash é uma das minha favoritas. O rostinho de criança engana bastante quem não conhece a menina.
A Inglesinha tem tanto potencial como outras cantoras que estão na estrada há mais tempo. E impossível deixar de compará-la a Lily Allen, sua conterrânea. A voz delicada e ao mesmo tempo potente das duas é um pouco parecida, tanto como suas músicas com letras sarcásticas. Quem também gosta de Regina Spektor, Adele e até Laura Marling vai se identificar bastante com a Kate.
O seu primeiro álbum saiu em 6 de agosto de 2007 e se chama MadeOfBricks. O primeiro single lançado foi "Caroline is a Victim" e logo em seguida "Foundations". Kate também se uniu ao Radiohead e outros artistas para formar a FeaturedArtistCoalition, que defende os fãs que baixam música gratuita na internet.
A Banda These United States me deixou feliz ao cumprir o prometido, Folk, puro e sonoro folk americano com um pequeno affair com o rock, mas o bom rock no melhor estilo The Who, The Doors... Bom, não comparemos ovo com galinha mas eu realmente me animei com essa banda que parece estar seguindo o rumo do sucesso com seu novo CD 'Everything Touches Everything' E pra confirmar isso aqui vai o Blog deles, com vídeos de performances ao vivo super legais, no maior estilo 'La Blogotheque' A Banda tem Três discos no curriculo e uma grande carreira pela frente, se tudo der certo.
These United States - Everthing Touches Everything (2009)
De Vez em quando surge uma novidade que mexe com nossos ouvidos, e merece uma atenção especial, é o caso de P.O.S, um promissor grupo que faz renascer o bom e velho rap falado em ritmos que já se tornaram nossos companheiros, misture um pouco de rap com bateria e guitarras indie, e alguns sintetizadores e verá que a sopa é boa, e dá um caldo em pseudos-rappers que vem brotando na MTV americana e que sinceramente já deram pro gasto. O novo e o nunca visto é o que atrai, estéticamente falando, o som de P.O.S é novo e interage comodamente com algo que demoramos pra prestar atenção, a mistura de ritmos sem ferir o orgulho nem do rock, nem do hip hop.
P.O.S é um trabalho minimalista por assim dizer, a expressão está nas letras numa fusão com ritmos no mínimo interessantes, o Disco (que ainda não sei dizer se é de estréia ou não) se chama Never Better, o que declama quase tristemente o fato de que mesmo criando verdadeiros frankensteins musicais não se chega a perfeição nunca. A música é inconstante, um adolescente, que encontrou a terra do nunca.
P.O.S - Never Better(2009)
01 Let it Rattle 02 Drumroll (We're All Thirsty) 03 Savion Glover 04 Purexed 05 Graves (We Wrote the Book) 06 Goodbye 07 Get Smokes 08 Been Afraid 09 Low Light Low Life 10 The Basics 11 Out of Category 12 Optimist (We Are Not for Them) 13 Terrorish 14 Never Better 15 The Brave and the Snake
Cheguei na escola um dia desses, e uma amiga minha veio gritando admirada " Fui no show do Rodrigo Del Arc!!!" Eu quase disse 'E quem é esse?' mas resolvi ouvir a história toda.
O tal Rodrigo, (que arrebatou o coração dela com seu jeito de bom moço) é um rapaz novo no mundo cruel da música brasileira, ele se atreve a mecher com algo perigoso demais...a bossa nova. O Rapaz é bonito, e quem diria, Talentoso. Tenho um pé atrás quando se fala em música (nova) brasileira, e quando um 'Re-make' estilístico de gênero é feito por uma pessoa tão nova e tão ' irei para a malhação' meu lado Tom Jobim diz ' isso não vai prestar' mas eu mordi minha língua quando ouvi a musica 'The Question Song' e percebi a capacidade ainda 'globalizada' do cara. Primeira coisa, ele faz bossa nova sim, mas é só no ritmo, e introduz elementos pop como efeitos de voz e etc, não é totalmente negativo, mas para os conservadores será um insulto. Segunda coisa, ele canta em inglês, aí eu pergunto, Por que diabos essa geração Mallu tem que cantar em ingles? (...) Terceira coisa, eu admito que gostei do som dele, e estou encaminhando o cd para ouvir com uma chuvinha e com algum drama romantico em mente.
É gente, assim disse Lily Allen "Estou satisfeita com minha música, por enquanto darei uma pausa de me dedicarei apenas à atuação..." Sim, Atuação, com todas as letras, nossa queridinha britânica largou / deu um tempo na carreira para seguir uma outra vertente que a atrai tanto quanto à música, o Teatro. Segundo ela: "Não vou gravar nem fazer uma apresentação durante bastante tempo". E ainda promete estrelar em musicais e peças... Allen já estará mesmo a trabalhar afincadamente na sua estreia teatral: o papel principal que desempenhará na peça Reasons to Be Pretty , de Neil LaBute, que segundo a cantora fala de "temas próximos do meu coração, acerca do culto prejudicial da beleza entre outras coisas". É esperar pra ver.
Só te digo uma coisa queridinha Lily, Isso não é nem um pouco justo!